No Pantanal
Peixe de rio, principalmente pintado e pacu, assados ou na chapa. Nas fazendas, a refeição costuma estar incluída na diária, como em hospedagem em fazenda.
A cozinha de Mato Grosso do Sul não tem um prato único: ela é o encontro de três origens. A paraguaia, que entra pela fronteira com chipa, sopa paraguaia e tereré. A ribeirinha, com peixe de rio no Pantanal. E a do campo, com carne assada. O que você come depende bastante de onde a viagem passa.
No sul do estado, a proximidade com o Paraguai não é detalhe geográfico: está na mesa todos os dias. A chipa, um pãozinho de polvilho e queijo, é vendida na rua. A sopa paraguaia, que de sopa não tem nada, é um salgado assado de fubá e queijo, com textura de bolo.
O tereré fecha o conjunto. Erva-mate com água gelada, tomada na guampa e passada de mão em mão, é hábito cotidiano e não folclore para visitante. Quem cruza a linha em Ponta Porã e Pedro Juan encontra a mesma cozinha dos dois lados.
Peixe de rio, principalmente pintado e pacu, assados ou na chapa. Nas fazendas, a refeição costuma estar incluída na diária, como em hospedagem em fazenda.
Chipa, sopa paraguaia e comida de campo no dia a dia, além da cozinha das comunidades imigrantes. Veja o que fazer em Dourados.
O maior encontro de cozinhas do estado, com forte presença japonesa e a feira central como referência. Está em Campo Grande.
Cardápio mais voltado ao visitante, mas com peixe regional presente. O contexto do destino está no guia de Bonito.
A pecuária é parte da economia do estado, e isso aparece na mesa: carne assada com sal grosso, no espeto ou na brasa, é presença constante em festa, em fazenda e em restaurante de estrada. Nas propriedades rurais que recebem visitantes, a refeição costuma ser feita no mesmo formato que a casa usa no dia a dia, o que é parte do próprio passeio.
Alimentação é a despesa mais subestimada de uma viagem por Mato Grosso do Sul, porque os atrativos ficam longe das cidades e almoçar na propriedade nem sempre é opcional. Vale conferir antes o que a diária e o passeio já incluem, um item do checklist de o que conferir antes de pagar. A composição do custo total está em quanto custa viajar para Bonito.
Não há um prato único. A cozinha do estado combina três origens: a paraguaia, com sopa paraguaia e chipa; a ribeirinha, com peixe de rio; e a do campo, com carne assada e churrasco. O que se come muda conforme a região da viagem.
Apesar do nome, não é líquida. É um salgado assado à base de fubá, queijo e cebola, com textura de bolo. Chegou pela fronteira e hoje é presença comum na mesa sul-mato-grossense, especialmente no sul do estado.
Principalmente nas cidades próximas aos rios e ao Pantanal, como Miranda, Aquidauana e Corumbá. Pintado e pacu são os mais servidos, geralmente assados, na chapa ou em caldo, dependendo da casa.
É a bebida mais associada ao estado. Erva-mate com água gelada, tomada na guampa e compartilhada em roda. Veio da fronteira com o Paraguai e faz parte do cotidiano, não apenas da mesa de festa.
A cidade tem forte presença da culinária de fronteira e da comida de campo, além de restaurantes de comunidades imigrantes. É um bom ponto para provar chipa e sopa paraguaia no dia a dia, e não só como atração turística.
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